Mais três cidades brasileiras aderem à aquecedores solares
As cidades de Campo Grande (MS) Ribeirão Pires e Jundiaí (SP) aprovaram leis sobre a utilização de aquecedores solares para aumentar a eficiência energética das cidades, informou a ONG Cidades Solares, ligada à associação de fabricantes dos equipamentos, que promove a aprovação de legislação e incentivos para uso de aquecedores solares.
Segundo a entidade, já foram aprovadas 26 leis nas três esferas de governo e mais 88 projetos de leis estão em debate.
A Câmara Municipal de Campo Grande aprovou o projeto de lei que altera o Código de Obras do Município determinando a utilização de aquecedor solar em novas edificações que tenham mais de 180 metros quadrados. O projeto de lei de 6.260/07 é de autoria do vereador Marcelo Bluma (PV).
Em Ribeirão Pires, o projeto de lei determina a instalação de sistema de aquecimento de água por energia solar em edificações públicas municipais. De acordo com a legislação, os projetos de novas edificações públicas deverão utilizar o sistema para suprir, no mínimo, 40% da demanda anual de energia necessária para aquecimento da água. A lei também se aplica a edificações que passem por reforma.
Já em Jundiaí, o projeto de lei complementar 821, proposto pelo presidente da câmara, Luiz Fernando Machado (PSDB), prevê o uso de aquecedores solares nas novas residências e nos prédios industriais e comerciais. Segundo o projeto, as casas já existentes que contam com piscina aquecida também deverão adotar o sistema.
USO DE PLACAS SOLARES
Parabéns aos municípios que se aplicam na idéia de oficializar a opção como uma benfeitoria inevitável. Tomara outros sigam o exemplo e façam disto uma febre nas cidades brasileiras, deixando de ser apenas para quem tem poder aquisitivo alto, o custo benefício é equilibrado, num curto espaço de tempo, com a economia de energia elétrica, coisa de um ano ele se paga.