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Mais três cidades brasileiras aderem à aquecedores solares

por Dayane Cunhaúltima modificação 30-09-2008 15:47:00

As cidades de Campo Grande (MS) Ribeirão Pires e Jundiaí (SP) aprovaram leis sobre a utilização de aquecedores solares para aumentar a eficiência energética das cidades, informou a ONG Cidades Solares, ligada à associação de fabricantes dos equipamentos, que promove a aprovação de legislação e incentivos para uso de aquecedores solares.

Segundo a entidade, já foram aprovadas 26 leis nas três esferas de governo e mais 88 projetos de leis estão em debate.

A Câmara Municipal de Campo Grande aprovou o projeto de lei que altera o Código de Obras do Município determinando a utilização de aquecedor solar em novas edificações que tenham mais de 180 metros quadrados. O projeto de lei de 6.260/07 é de autoria do vereador Marcelo Bluma (PV).

Em Ribeirão Pires, o projeto de lei determina a instalação de sistema de aquecimento de água por energia solar em edificações públicas municipais. De acordo com a legislação, os projetos de novas edificações públicas deverão utilizar o sistema para suprir, no mínimo, 40% da demanda anual de energia necessária para aquecimento da água. A lei também se aplica a edificações que passem por reforma.

Já em Jundiaí, o projeto de lei complementar 821, proposto pelo presidente da câmara, Luiz Fernando Machado (PSDB), prevê o uso de aquecedores solares nas novas residências e nos prédios industriais e comerciais. Segundo o projeto, as casas já existentes que contam com piscina aquecida também deverão adotar o sistema.

 

USO DE PLACAS SOLARES

Enviado por Fernando em 2008-10-01 19:36
Deveria virar lei nacional, o uso de placas solares em todas as habitações.É uma atitude inteligente sob todos os aspectos, com a abundância de sol no país, a economia na energia elétrica, o conforto de um banho com ducha quente para todos, nas regiões frias um incremento na limpeza das canalizações sem que a gordura cristalize-se nos dutos de esgoto, a higienização mais eficiente com a temperatura da água. Pode-se ter três reservatórios, um para água fria tratada, outro para água da chuva e um terceiro para abastecer as placas que aquecerão o sistema.
Parabéns aos municípios que se aplicam na idéia de oficializar a opção como uma benfeitoria inevitável. Tomara outros sigam o exemplo e façam disto uma febre nas cidades brasileiras, deixando de ser apenas para quem tem poder aquisitivo alto, o custo benefício é equilibrado, num curto espaço de tempo, com a economia de energia elétrica, coisa de um ano ele se paga.

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