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Eficiência Energética

Eficiência energética pelo mundo

por Fernanda Dalla Costa última modificação Feb 18, 2010 11:11 AM

O novo datacenter do Facebook usará calor gerado para aquecer escritórios, conselheira de Estado da China pede adoção tecnologias de baixa emissão de carbono na que a provícia de Shanxi, Austrália cria programa de empréstimos para ações de eficiência energética em residências e as empresas de energia britânicas serão obrigadas a comprovar redução de emissões de carbono.

Estados Unidos: Datacenter do Facebook usará calor dos servidores para aquecer o prédio

O Facebook irá construir um datacenter que usará a evaporação de água para resfriar o ar e cujos coolers serão substituídos por um sistema que usa o ar frio do ambiente externo, para resfriar os equipamentos. Ao mesmo tempo, o calor gerado pelos servidores serão usados para aquecer o escritório durante os meses de inverno.

No blog da empresa, Jonathan Heiliger, vice-presidente de operações do Facebook conta que até agora o site não tem com um datacenter próprio e atua alugando espaços de outras empresas para seus servidores. O local escolhido para o edifício foi Prineville, no Oregon.

China: conselheira de Estado pede adoção de tecnologias de baixa emissão de CO2

Em visita ao norte da província de Shanxi, na China, a conselheira de Estado, Liu Yandong, pediu que as empresas da região adotem tecnologias de baixa emissão de carbono, reforçando a ideia de que a província deve aumentar seus esforços para desenvolver tecnologias eficientes energeticamente na indústria do carvão, tais como as tecnologias de liqüefação e gaseificação do minério, informou o jornal China Daily.

De acordo com Yandong, os setores industrial, de infraestrutura e transporte devem aplicar mais tecnologias de baixa emissão de carbono e a província poderia desenvolver tecnologias de energia limpa, como solar e eólica, além de promover o desenvolvimento de veículos com nova energia.

Austrália: Programa de Empréstimos Verdes recebem mais de 200 mil inscrições

O Programa de Empréstimos Verdes, lançado pelo governo australiano emprestará até US$10 mil (R$18.288) sem juros para os moradores de Mackay tornarem suas casas mais eficientes em água e energia, segunda matéria Daily Mercury.

O empréstimo, lançado em julho de 2009, pode ser pago em até quatro anos. Até 7 de fevereiro de 2010, mais de 235.000 edificações haviam se inscrito para passarem por uma avaliação do governo, que aprova ou não o empréstimo.

Para James Bidgood, membro do Parlamento e representante de Dawson, com o empréstimo os 360 mil proprietários de imóveis da região podem tornar suas casas mais eficientes.

"De qualquer modo, haverá também recomendações em larga escala, e muitas delas podem ser adotadas a custo zero, ou reduzido, com o investimento sem precedentes do governo em eficiência energética, que está instalando painéis solares, aquecedor de água e isolamento no telhado", disse o parlamentar ao jornal.

Reino Unido: Energia Verde terá que ser certificada

O selo de "energia verde certificada" foi lançado no início de fevereiro para mostrar aos consumidores se as tarifas de eletricidade verde das distribuidoras de energia realmente estão gerando benefícios ambientais, informou o Guardian.

Destinado a desfazer a confusão em torno das tarifas de eletricidade ecologicamente correta e fazer com que os clientes apóiem as companhias que estão tomando medidas de redução de emissões, o programa de certificação implementará orientações da reguladora de energia Ofgem, que define quais medidas de eficiência as tarifas verdes devem incluir e a evidência de que haverá retorno.

"As orientações da reguladora e o novo selo ajudarão a dar aos consumidores tranquilidade por saber que ao comprarem o contrato de eletricidade verde trarão algum benefício adicional. Isto é bom para os consumidores e para as tarifas verdes", disse Sarah Harrison, da Ofgem.

No país, as companhias de energia são obrigadas a gerar crescentes quantidades de energia de fontes renováveis e a oferecer programas de eficiência energética, exigências que estavam sendo designadas como tarifas verdes e com isso os clientes estavam pagarem mais pelo serviço.

Com o programa, as distribuidoras terão que demonstrar que seus projetos estão além de suas obrigações.

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